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terça-feira, 26 de maio de 2015

Aparados da Serra


Comentei sobre esse passeio no outro blog. Acho que vale a pena postar algumas fotos aqui.






segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Pêssego e ameixa (em flor)


Flor de pêssego, acima; flor de ameixa, abaixo.
Tirei essa foto em agosto, as frutas ainda não estão maduras.


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Flores em Cracóvia


Vocês sabem que eu adoro fotografar flores. Ainda que estejam expostas à venda!
Durante a visita à cidade de Cracóvia, passamos por essas banquinhas. Achei as flores lindíssimas!



Depois, fomos matar tempo nessa praça. Estava frio, mas a praça é linda. Deve ser ótimo no verão (quando tem sol!).



Ainda lá encontramos esse arbusto com florzinhas. Vocês sabem o que é?



domingo, 8 de setembro de 2013

Giesbach


Queda d'água em Giesbach e um passeio pelo bosque. Essas fotos me lembram logo assim de cara a Chica, a Teresa, o Fabiano. 








segunda-feira, 27 de maio de 2013

Uva-do-Japão

Confesso a minha ex-ignorância, que hoje foi sanada. 
Sempre ouço minha família falando nessa tal de uva do Japão, mas nunca soube do que se tratava. 
Então peguei minha câmera e fui à caça. No bom sentido.
Minha mãe só precisou apontar para o alto. E eu, "são essas árvores? Todas elas? Não brinca!"



Os frutos são muitos e estão espalhados pelo chão. 


Cacau, que não é boba, complementa a refeição comendo umas frutinhas. Essa cadela não rejeita nada. 



A uva-do-japão é uma árvore caduca, de porte médio, muito utilizada na arborização urbana. Sua copa é aberta, de formato globoso a oval. O caule apresenta rápido crescimento e pequeno diâmetro. Sua casca é escura, de textura lisa a levemente fissurada. As folhas são ovais, verdes, brilhantes, de disposição alterna e caem no outono e inverno. As flores numerosas, surgem no verão. Elas são pequenas, hermafroditas, perfumadas, branco-esverdeadas e atraem muitas abelhas. Os frutos são cápsulas secas, marrons, sustentadas por pedúnculos carnosos, doces e de cor castanha. Cada fruto contém de 2 a 4 sementes amarronzadas. A dispersão das sementes é zoocórica (por animais).
Os frutos da uva-do-japão têm sabor aprazível, mas devem ser colhidos maduros. Quando verdes, têm sabor adstringente e quando passados, fermentam e ficam com gosto alcoólico. Eles podem ser consumidos in natura  ou na forma de geléias. É uma árvore apropriada para o paisagismo urbano, em estacionamentos, rodovias, praças e parques. Devido ao seu tamanho um pouco avantajado (atinge cerca de 25 metros), a uva-do-japão não é indicada para arborização de calçadas sob fiação elétrica.
Por ser uma árvore que frutifica em abundância, ela têm sido amplamente utilizada na recuperação de áreas degradadas, com o objetivo de atrair a fauna (aves e mamíferos). No entanto têm se revelado uma espécie perigosamente invasora, que reduz a diversidade das matas nativas e se multiplica rapidamente com a ajuda dos animais.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, bem drenável e leve, com regas regulares no primeiro ano após o plantio. Não tolera encharcamento ou inundações. Multiplica-se por sementes e estacas. As sementes podem ser escarificadas para quebrar a dormência. A frutificação inicia-se de 3 a 4 anos após o plantio.

sábado, 11 de maio de 2013

Nas floreiras


Zínias amarelas e mudas de ipê. As mudas de ipê estão nascendo pelo quintal, então estamos replantando em locais estratégicos, próximo a árvores antigas, para fins de "reflorestamento". 

domingo, 21 de abril de 2013

Sapinária


Vi essa árvore ontem, em Nova Petrópolis. 
Já está na minha lista de compras. 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Flor de abril

A história de como meu pai descobriu essa árvore é longa. Vou resumir: ele a viu numa praça, perguntou o que era e responderam que não sabiam, mas que a árvore foi salva de ser cortada porque, segundo o padre, ela veio de Roma. (Também não entendi nada, mas pelo menos a árvore continua lá)
A árvore fica na frente de uma das igrejas da cidade. 

Colocar pedaços da fruta dentro de uma conserva de álcool = recomendado para massagear dores musculares.


A foto de cima é minha. A de baixo, com créditos, busquei na comunidade da revista Natureza, no Facebook. 


Peguei as informações aqui.
A Flor-de-abril é uma árvore de copa piramidal, originária da Ásia Tropical, especificamente na Índia, onde é popularmente conhecida como maçã-de-elefante e chega a alcançar até 8 m de altura. No Brasil, raras vezes excede os 5 m de altura.
A flor-de-abril prefere locais ensolarados e solos úmidos, caso contrário perderá suas folhas e ficará com o aspecto de uma planta caduca. Seus frutos são bastante ornamentais, porém não são comestíveis.
Uma curiosidade a respeito da dillenia é que ela teria sido trazida para o Brasil por ordem de D. João VI e, o hábito antigo dos comerciantes colocarem moedas em baixo das escamas de seus frutos, ao invés de deixarem expostas no balcão ou sobre a mesa, deu-se aí o nome popular “árvore-do-dinheiro”.
É conhecida popularmente como: dilênia, bolsa-depastor, flor-de-abril, árvore-do-dinheiro, maçã-de-elefante.
Sua propagação é feita por sementes. Deve ser cultiva em solo fértil, argiloso e levemente ácido. Recomenda-se a poda apenas para condução.
Suas folhas medem cerca de 25 a 30 cm, são de coloração verde-claro e susa flores são brancas, solitárias, parecendo com as flores de magnólia. Seus frutos podem chegar a 0 cm de diâmetro, são formados por escamas grandes, espessas, bastante resistentes e fibrosos.
O florescimento ocorre a partir de janeiro e pode ir até outubro e a frutificação ocorre de abril a agosto. A dilênia se torna muito bonita, pois ao mesmo tempo encontram-se flores e frutos de todos os tamanhos, variando do verde claro ao amarelo dourado.
Curiosidade: No Panamá, o fruto maduro da flor-de-abril é comido cru ou cozido e serve ainda para o preparo de doces. Já no Brasil são consideradas inconvenientes, sendo aproveitadas somente as folhas e flores para ornamentação.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Lago Negro


No sábado demos uma volta em Gramado e eu tirei essas fotos no Lago Negro. A primeira é quando se chega e a segunda é quando se está indo embora. 


Faço esse post enquanto as formigas pretas estão caindo por cima de mim. Elas resolveram fazer ninho no meu quarto, não é uma delícia? 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Peixe-boi + bosque + helicônia



Acima, dá para ver o peixe-boi, mesmo que a água esteja um "pouco" turva. 
Abaixo, ele está comendo capim. Eu ia ter um troço se ele não viesse à superfície. Fiquei chamando o peixe,  lá de cima da ponte.




Esse post é continuação de ontem, então continuo no bosque (jardim botânico). 








Abaixo, creio que seja uma helicônia. 

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Bom final de semana!

Voltei! Que semaninha! A de vocês também foi agitada assim? A minha foi, nem tive tempo de postar.
Para comemorar a chegada do final de semana, e como prometido, mais fotos daquele local lindo que visitei na semana passada. 




 










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